Itália

Da mesma forma que o subsolo das antigas cidades da Itália esconde incontáveis tesouros arqueológicos, o povo italiano, em sua forma de pensar e viver, em suas tradições e sua cultura, está profundamente impregnado de milênios de civilização. O peso da história não impede, entretanto, que a Itália seja uma das nações mais dinâmicas da Europa.

A Itália situa-se entre os mares Adriático, Tirreno e Jônico. O país limita-se ao norte com a Áustria; a leste, com a Eslovênia e o mar Adriático; ao sul, com os mares Jônico e Mediterrâneo; e a oeste com os mares Tirreno, Mediterrâneo e da Ligúria; a noroeste com a França e a Suíça.
O território italiano, com 301.303km2, compreende a península itálica e as ilhas da Sicília, Sardenha e outras menores. San Marino, com 62km2, e a cidade do Vaticano, com 44ha, não são considerados na área total. A capital do país é Roma, principal cidade da península, situada na Itália média, entre o sul, pobre e com excedentes de mão-de-obra, e o norte, rico e industrializado.

A Itália é pródiga em tesouros de arte, criados sobretudo durante o Renascimento. Esses tesouros estão presentes tanto nas pequenas cidades medievais quanto nos grandes centros culturais, como Florença, Roma e Veneza, onde a fortuna de poderosas famílias pôde sustentar todo um florescimento das artes.
No século IV, a decoração das catacumbas marcou as origens da pintura e escultura ocidentais. Com o reconhecimento oficial do cristianismo, iniciou-se a construção de santuários por toda a Itália, com destaque para as basílicas. A principal foi a antiga basílica de São Pedro, erguida no Vaticano no ano 344 e hoje desaparecida. A catedral de Ravenna, em estilo bizantino, foi erguida em 390. A igreja de San Giovanni Evangelista, o mausoléu de Galla Placidia e o batistério dos Ortodoxos datam do século V. A igreja de San Vitale é a última obra-prima da arte antiga em Ravenna.

A partir do século VIII, o mosaico renasceu na Itália; até 840, a igreja acolheu muitos artistas orientais. A arquitetura sofreu influência lombarda, principalmente em Pavia, Monza e Milão. Na pintura, o mosaico com fundo de ouro predominou até o século IX, e os afrescos mantiveram a tradição romana ao lado da grega. A escultura mais notável do período é o famoso altar de ouro de Sant'Ambrogio (Milão), assinado por Vuolvinius, que resume a arte carolíngia.
Dos séculos XI a XIII, a fusão dos estilos antigos e novos da cristandade do Ocidente e do Oriente se traduziu em novas e poderosas formas arquitetônicas: a nova basílica ambrosiana em Milão, o conjunto de Pisa, o batistério de Parma, a igreja de San Miniato em Florença. A escultura fundiu tendências rústicas com experiências mais sofisticadas. A pintura denota antecedentes carolíngios. Em Verona, foi construída a basílica de San Lorenzo, cuja fachada representa o último estágio ornamental lombardo. A basílica de San Marco, em Veneza, é um dos mais ricos tesouros da cristandade; seus mosaicos foram completados e restaurados continuamente, até o século XIX.

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